Violências nas escolas de Niterói

Em matéria publicada no seu site no dia 13/05/2012, domingo, o jornal O Fluminense noticia mais um triste caso de violência escolar, que tem se tornado cotidiano na educação pública brasileira.

Veja no link da matéria:

http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/policia/uma-escola-em-pe-de-guerra

O caso relatado é da E.M. Rachide da Glória Salim Baker, em Santa Bárbara, Niterói-RJ. A escola tem vivido uma escalada de casos de violência que oprimem estudantes e profissionais da educação. Os docentes, em especial, são atacados de várias formas: gritos, tapas, ameaças, desrespeito, carros arranhados ou quebrados. Muitos já pediram transferência da unidade, ou se afastaram por saúde, por não suportarem a pressão psicológica que a violência representa.

Na próxima quarta-feira, 16/05, a comunidade escolar realizará um abraço à referida escola, para chamar atenção e denunciar a situação dramática em que vive. A Chapa 4 - O SEPE que queremos! estará presenta na escola, levando solidariedade aos colegas e à comunidade, e discutindo o que fazer nesta difícil situação que aflige os educadores e a educação pública brasileira.

No entendimento da Chapa 4 - O SEPE que queremos! o drama da violência nas escolas tem culpado! São os governos negligentes com o problema social que é a violência. E no cotidiano escolar contribuem para que a questão seja "imbatível", pois têm, ao longo do tempo, só destruído a educação pública de qualidade.

Para combater a violência nas escolas, a Chapa 4 - O SEPE que queremos defende:
- Valorização salarial dos educadores, para que possam trabalhar em menos escolas;
- Menos estudantes por sala de aula, para que seja possível o atendimento individualizado;
- Recomposição das equipes pedagógicas multidisciplinares em cada escola;
- Gestão democrática das escolas, envolvendo a comunidade escolar;
- Guarda Escolar não-militarizada e não-armada, treinada para as especificidades do ambiente escolar;
- Toda escola deve ter, em número suficiente: professores, pedagogos, orientadores educacionais, coordenadores de turno, inspetores, assistentes sociais, fonoaudiólogos, psicopedagogos, pediatras, etc.

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