Por um SEPE presente, democrático e de luta!
Abaixo:
1 - Manifesto da Chapa 4 (resumido) - texto que foi para o jornal "Conselho de Classe", do SEPE-RJ, chegará na casa de cada filiad@.
2 - Manifesto da Chapa 4 (resumido 2) em cartaz
3 - Manifesto da Chapa 4 (resumido 2) em texto
4 - Manifesto da Chapa (estendido)
1 - MANIFESTO DA CHAPA 4 - O SEPE QUE QUEREMOS
- Texto que foi para o jornal "Conselho de Classe", para a casa dos filiados.
Vivemos tempos de muitos ataques.
Na Europa, governos jogam a conta da crise nos trabalhadores,
atacam os serviços públicos e o emprego. Respondemos com greves e
enfrentamentos. No Brasil, o governo federal continua mergulhado na corrupção
endêmica, do mensalão à Cachoeira, com 9 ministros demitidos. Dilma corta 50
bilhões do orçamento, paga juros da dívida e gasta 30 bilhões na Copa.
Cabral e Paes removem os trabalhadores que moram no caminho
da Copa e da Olimpíada pela força policial, a exemplo do massacre em
Pinheirinho/SP. Destroem a educação pública com o plano de metas e a
meritocracia; atacam a autonomia pedagógica e fecham escolas. Privatizam a
educação, a saúde e a previdência, terceirizando recursos humanos e
transferindo verbas públicas às ONGs, OSs, fundações e empreiteiras.
Os governos
atacam e a fragmentação da direção do SEPE não garante mobilização à altura.
O SEPE que
queremos deve lutar pela ampliação da unidade da esquerda – representada na
unificação da Chapa 4 – para resgatar o potencial de luta da rede municipal do
Rio e derrotar Cabral, atolado em escândalos.
O SEPE que
queremos é regido pela proporcionalidade, o que permite conhecer práticas
conciliatórias dos setores governistas. Contrário a eles, não depositamos
ilusões nos governos e sabemos que nossas negociações só serão vitoriosas com a
categoria mobilizada. Foi assim que resistimos à destruição do plano de
carreira do magistério estadual na greve de 2009 e nele incluímos os
professores de 40h. Na greve de 2011, conquistamos o enquadramento dos
animadores culturais.
O SEPE que
queremos congrega os trabalhadores da educação e estimula os debates; respeita
diferenças; intervêm nas denúncias de assédios, perseguições e condições de
trabalho; combate o machismo, o racismo, a homofobia e a intolerância
religiosa; defende a laicidade do Estado; investe na formação política. A luta
pelo PNE dos trabalhadores, com 10% do PIB para a educação pública continua
viva!
O SEPE que
queremos é autônomo e independente frente aos governos, patrões e partidos. Por
isto, a Chapa 4 lutou pela desfiliação da CUT/CNTE – braços sindicais dos
governos.
Para
enfrentar esta realidade precisamos: resgatar nossa organização por local de
trabalho; construir atuantes conselhos de representantes nos núcleos e
regionais; garantir jornal periódico que chegue à casa dos filiados; boletim
eletrônico semanal; dinamizar o site do Sepe; de comunicação em tempo real.
Nós, da
CHAPA 4, antigos e novos ativistas do SEPE, estamos aqui para o que der e vier.
Mas,
sem você não dá!
NÃO à
punição aos professores Mauro Célio e Filipe Proença!
1/3 DE PLANEJAMENTO JÁ!
Plano de Carreira Unificado. 30 h para funcionários!
Piso de 5 salários para professoras e 3,5 para funcionárias!
Paridade salarial com integralidade para aposentadas!
Eleição para diretoras das UEs!
Fora CONFEF/CREFs!
Conferência de Saúde e DH: defesa da saúde pública e do Iaserj!
1/3 DE PLANEJAMENTO JÁ!
Plano de Carreira Unificado. 30 h para funcionários!
Piso de 5 salários para professoras e 3,5 para funcionárias!
Paridade salarial com integralidade para aposentadas!
Eleição para diretoras das UEs!
Fora CONFEF/CREFs!
Conferência de Saúde e DH: defesa da saúde pública e do Iaserj!
2 - MANIFESTO DA CHAPA 4 - O SEPE QUE QUEREMOS
- Resumido 2
- Resumido 2
CHAPA 4 – O SEPE QUE QUEREMOS
Presente, democrático e
de luta: dignidade para quem educa!
No princípio o SEPE unia as pessoas. Era conhecida a frase:
“colega, sem você não dá”. Tempos de muitos ataques, muitas lutas.
Hoje não é diferente. Na Europa governos jogam a conta da crise
nos trabalhadores. O serviço público é um dos alvos. O Brasil segue estas
políticas. O governo federal continua mergulhado em corrupção, do mensalão à
Cachoeira. Dilma paga juros da dívida e corta verbas da saúde e educação. Cresce
a luta pelo PNE dos trabalhadores com 10% do PIB para a educação pública.
Cabral e Paes, envolvidos em escândalos, intensificam a faxina étnico-racial
por conta dos megaeventos. A educação pública é destruída: meritocracia, terceirização,
fechamento de escolas, ataque à autonomia pedagógica. Para mudar é preciso
lutar!
Infelizmente o SEPE, de muitas lutas e conquistas, não consegue
dialogar com todos os educadores. Os governos atacam e a postura fragmentada da
direção não garante mobilização à altura. A rede municipal do Rio, a maior da
América Latina, é a mais prejudicada. As deliberações da categoria não são
priorizadas pela maioria da direção. Com boas exceções, visitas às escolas e
creches não são sistemáticas. Não há investimento na campanha para a eleição de
representantes.
Para enfrentar os governos e esta dura realidade, precisamos
resgatar nossa organização por local de trabalho.
O SEPE que queremos é
presente, democrático e de luta! Congrega os educadores e estimula os debates;
respeita diferenças; intervêm nas denúncias de assédios, perseguições e
condições de trabalho; investe na formação político-educacional, formando novas
lideranças. É autônomo e independente frente aos governos, partidos e patrões. Por
isso desfiliou-se da CUT/CNTE – braços do governo – defendendo a unificação dos
trabalhadores numa Central independente e de luta.
Lutamos por dignidade para quem educa! Nosso desafio é aumentar a
participação da categoria na defesa da educação pública, laica e democrática! O
SEPE somos nós, nossa força, nossa voz!
Nós, da CHAPA 4, formada por antigos e novos ativistas do SEPE
estamos aqui para mudar. Mas, colega,
sem você não dá!
Pelo SEPE presente nas escolas e creches!
1/3 DE PLANEJAMENTO JÁ!
Fim da meritocracia! Defesa da autonomia pedagógica!
Não aos Planos de Metas! Fim das terceirizações e privatizações!
Mudança na imprensa do SEPE: comunicação em tempo real nos atos!
Boletim eletrônico semanal.
SEPE itinerante!
Plano de Carreira Unificado. 30 horas para funcionários!
Piso de 5 salários mínimos para professores e 3,5 para
funcionários!
Redução do número de alunos por turma!
Paridade salarial com integralidade para aposentad@s!
Eleição direta para diretores!
Combate ao machismo, racismo e homofobia!
Conferência de Saúde e Direitos Humanos. Defesa da saúde pública e
do IASERJ!
Não à criminalização! Somos todos professores Maurinho e Felipe
Proença!
Cabral inimigo número 1 da educação!

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